[...] os seus óculos grossos, a sua pele de batráquio, aquele olho que se afasta de lado [...] Perguntávamo-nos porque não cuidava um pouco daquela epiderme defeituosa. Olhávamos as suas pequenas mãos que viviam e se agitavam no espaço. O sorriso não mostrava dentes perfeitos... Sartre não era um Adónis.
Madeleine Chapsal na introdução de uma entrevista a Sartre, em 1959.
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